Ravasi, Gianfranco2019-09-252019-09-252016-10-0820161981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158048"D uas vezes a tradição popular encobriu as características pessoaisde Maria Madalena, confundindo-a primeiro com uma prostituta –daqui, todas as representações “carnais” da santa na história da arte – e, em seguida, com a mais pura Maria de Betânia. Enquanto isso, porém, Maria Madalena chegou, de fato, em Jerusalém, na sequela de Jesus, para viver com ele e os discípulos, suas últimas horas trágicas. Todos os evangelistas, na verdade, concordam em registrar sua presença no momento da crucifiação e do sepultamento de Cristo”, analisa o cardeal Ravasi."porWith permission of the license/copyright holderMary MagdaleneJesuscanonical GospelsresurrectionIntercultural and contextual theologiesGender and theologyBiblical TheologyNew TestamentDogmaticsJesus Christ‘Diga-nos, Maria Madalena, o que viste no caminho?’ ['Tell us, Mary Magdalene, what you saw on the way?']Article