Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-10-2120131981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158606"Oano de 2013 foi marcado por diversas mobilizações de rua no Brasil e nomundo. O imperatio de coletiiza- ção, que representa um enfrentamento mui- tas vezes corajoso e heroico diante da polícia, tem, sem dúvida, razões legítias diante das fragilidades democrátias de nossas socieda- des. No entanto, pondera Eduardo Guerreiro Brito Losso, não podemos criar a ilusão de que o engajamento explícito é o único legíti mo. “Penso que o cerne da possibilidade de mudança do sistema injusto que vivemos não está, primeiro, na ocupação das ruas e no enfrentamento espetacular e, depois, na cons- cientiação individual, mas, sim, na ordem inversa."porWith permission of the license/copyright holderrevolutionsocial justicecollective actionawarenessBrazilmysticismPolitical ethicsReligious ethicsSpirituality and ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsMinority ethicsA revolução de um homem só [The revolution of one man]Article