Melo, Adriana2019-09-252019-09-252016-11-1620121981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159447"P ublicamos a seguir um ensaio de autoriade Adriana Melo e Maria Teresa FrancoRibeiro. No texto, elas questinam: “um novo homem, um homem do 3º milênio, cooperatio, feliz consigo mesmo, poderia se cons- truir a parti de cursos livres em novos ambientes de redes sociais, nas empresas, em espaços como o Facebook? Embora o papel das redes sociais em movimentos como a Primavera Árabe tenha sido determinante (...), o caminho entre o desejo de desconstruir as bases dos regimes ditatoriais nas telas iluminadas do SMS e a construção de uma verdadeira liberdade democrátia é bem mais longo. Exige uma nova sociedade que não pode prescindir do sujeito como ser de linguagem, aquele que dialoga com o mundo a parti das suas capacidades internas, da sua sensibilidade, afetiidade e amorosidade."porWith permission of the license/copyright holdersubjectivityvisibilitycontemporary worldsubjectnew manCultural ethicsMethods of ethicsPhilosophical ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsTempos e ritmos de ver [Times and rhythms of seeing]Article