Krautler, Dom Erwin2019-09-252019-09-252015-01-0720142222-0763http://hdl.handle.net/20.500.12424/216343"Vivo há quase cinquenta anos na Amazônia brasileira e sou testemunha de uma devastação programada em nome do progresso. Essa destruição implacável e cada vez mais intensa não é um assunto interno do Brasil, mas tem consequências para todo o planeta. Durante as últimas décadas, milhares de quilômetros quadrados de floresta tropical sucumbiram às chamas. Há 150 anos, as florestas tropicais cobriram 12% da superfície do planeta. Mais da metade já foi destruída. Pastagens em grande escala, plantações de soja ou de cana-de-açúcar têm substituído a floresta. Onde ela ainda existe, a derrubada desenfreada de madeiras preciosas continua, em grande parte de forma ilegal, pois as autoridades ambientalistas fazem vistas grossas à exploração madeireira ou se abstém de fiscalizar os transportes de madeira que muitas vezes ocorrem na calada da noite. Territórios indígenas são invadidos e madeiras de lei roubadas, aparentemente sem nenhum impedimento. Tombaram as florestas outrora rotuladas de "eternas"."porWith permission of the license/copyright holderGoddeathplanet earthecologyChristian ChurchesEnvironmental ethicsResources ethicsEthics of global commonsDogmaticsDeus não fez a morte, nem se alegra com a destruição dos vivos [God did not make death, nor rejoice over the destruction of living]Article