Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-11-1020121981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/159250"E u sempre tento me aprofundar naprofusão de sentientos e emoções que brotam do nascimentohumano, que, para todos os efeitos, é um milagre. E aqueles que estão partiipando deste momento junto da mulher são pessoas especiais na medida em que receberam a incumbência de estar ao lado do milagre quando ele acontece”. A defiição é do médico Ricardo Herbert Jones, defensor do parto humanizado e único obstetra que realiza partos domiciliares no Rio Grande do Sul. Em entrevista concedida por telefone para a IHU On-Line, ele argumenta que “jogar as pacientes nos hospitais utiizando massa de tecnologia como, por exemplo, a cesariana, não ofereceu nenhuma garanti para as mulheres, pelo contrário, au- mentou a mortalidade materna."porWith permission of the license/copyright holderBirthBrazilwomanmedicinesatisfactionBioethicsMedical ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsSocial ethicsSexual orientation/genderO parto como um evento humano, não hospitalar [Childbirth as a human, non-hospital event]Article