Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-12-1320101981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160563"A partir da experiência de atendimento em consultório a pacientes pedófios, o psicanalista e fiósofoMario Fleig afima que estes parecem estar convencidos “do que seja o verdadeiro amor paterno”.Por isso, são pessoas que sinceramente se dedicam a “querer fazer o bem da criança por meio derelações sensuais, amorosas e sexuais”. De acordo com ele, “é raro que um pedófio abuse de seuspróprios fihos e acontece frequentemente de serem bons pais e terem fihos que não seguem o caminho da perversão”. E continua: “parece ser muito relevante para o pedófio que a criança se apresente em uma espécie de sexualidade natural, expressão do desejo de gozar, oposta à sexualidade reprimida e deformada do mundo adulto. Por isso, a presença de atos de força, de não-consentimento e de violação repugna ao procedimento comum dos pedófios”. Fleig assinala que o pedófio é vitima de seu próprio desejo e perversão, mas ele “tem escolha”, ao contrário do que acontece com o “perverso decidido e sem registro de seu conflto”."porWith permission of the license/copyright holderPedophiliaperversionwishdeviationtreatmentCultural ethicsCultural/intercultural ethicsBioethicsSocial ethicsSexual orientation/genderCommunity ethicsLifestyle ethicsO pedófilo como vítima de seu desejo e perversão [The pedophile as a victim of his desire and perversion]Article