Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-12-0920101981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160314"“O lulismo modifiou não só a estrutura dos movimentos sociais, mas também o sistemapolítico em seu conjunto”, constata Carlos A. Gadea. Segundo ele, nos últimos anos, ogoverno manteve uma relação “ambígua” com os movimentos sociais, “‘engolindo-os’na maquinaria institucional ou subordinando-os às políticas de compensação na participação direta ou indireta no próprio aparelho do Estado”. Nos últimos oito anos, eles- “reduziram a marcha e muitos se incorporaram como por efeito de osmose ao que seria o lulismo, restando neles o esvaziamento das suas bases e o aparelhamento dos seus dirigentes. Abandonaram o anti-institucionalismo em prol de somar-se aos destinos políticos do governo”."porWith permission of the license/copyright holderSocial movementsLulismStatePolitical governanceSocialdemocraciesPolitical ethicsEthics of political systemsGovernance and ethicsCommunity ethicsOs movimentos sociais e o lulismo [Social Movements and Lullism]Article