Bulcão de Moraes, Renato2019-09-252019-09-252016-02-1220152359-5795http://hdl.handle.net/20.500.12424/233821"Hutchins tenta demonstrar como os seres humanos se tornaram manipuladores de símbolos na medida em que participam de sistemas socioculturais. Para ele, os símbolos presentes no ambiente humano são manipulados em decorrência da capacidade cognitiva humana, e devemos diferenciar esta capacidade das propriedades do sistema sociocultural que nasce da interação com os próprios símbolos (HUTCHINS, 1995, p 361). Hutchins discorda do behaviorismo, pois acredita que são as estruturas mentais internas do ser humano interagindo com as ações de comportamento que criam efetivamente a cultura. Bruno Latour percebeu que Hutchins não acredita que a cognição tenha relação com a mente nem com indivíduos, mas com a propagação de representações através de várias mídias que são coordenadas pelo sujeito humano atuando em grupo, imerso numa cultura, utilizando muitos artefatos e que eventualmente conseguem internalizar algumas partes do processo (LATOUR, 1996, p. 56)."porCreative Commons Copyright (CC 2.5)cultureeducationCognitionethnographyCultural ethicsCultural/intercultural ethicsCommunity ethicsEducation and ethicsCognição, cultura e educação [Cognition, culture and education]Article