Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-12-1420091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160727"e acordo com o ponto de vista do fiósofo e teólogo Leonildo SilveiraCampos, “a Reforma não pode ser vista somente como uma guerraentre católicos e protestantes. Os vários movimentos reformadorestambém tiveram o ‘irmão reformado’ como inimigo”. Além disso,continua, é preciso aplicar a teoria da complexidade ao estudo das reformas, o que nos auxilia a compreender e localizar cada uma das tradições reformadas (luterana, zwingliana, calvinista, anglicana ou radical-anabatista) de tensões, confltos e diferentes propostas de reforma. Analisando possíveis pontos de proximidade entre o calvinismo e o neopentecostalismo, em específio a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), Campos conclui que “a questão da prosperidade não justifia uma aproximação do calvinismo com a IURD. Esta é uma Igreja que conseguiu assimilar elementos da religiosidade popular católica, indígena e africana, mesclando com elementos da pós-modernidade e de sua vertente religiosa – a Nova Era”. As declarações fazem parte da entrevista a seguir, concedida, por e-mail, à IHU On-Line."porWith permission of the license/copyright holderreformcomplexityCalvinismPentecostalismmodernityChristian denominationsPentecostal, CharismaticGlobal Church History and World ChristianityReformationA Reforma 500 anos depois de Calvino [The Reformation 500 years after Calvin]Article