Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-11-2520111981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159762"“S abemos que a comunicação imagética precede à comunicação alfabética, o que confere à imagem algo como uma paternidade sobre a escrita. Estudar a história dos temposprofundos da imagem signifia também buscar raízes da própria escrita”, assevera NorvalBaitello Junior, em entrevista concedida por e-mail àrelação complexa com a imagem, “pois somos geradores compulsivos delas”. E compleIHU On-Line. Para ele, temos uma- ta: “elas não apenas nos afastam das coisas, como também nos aproximam, paradoxalmente. E as imagens nascem no trânsito entre os ambientes endógeno e exógeno”. Tal trânsito, para Norval, constitui a alma e o poder das imagens para os seres humanos. “Elas nos capturam o olhar porque nasceram na escuridão de nossas ‘cavernas’, os sonhos e a imaginação. Por isso, quando as imagens se proliferam nos ambientes externos, como inflção de imagens exógenas, somos coagidos a restringir o acesso a nossas próprias imagens endógenas, deixando progressivamente de exercer a capacidade de imaginação"porWith permission of the license/copyright holderArcheology of the mediavisual communicationmedia strategiesHegemony of visionCultural ethicsMedia/communication/information ethicsCommunity ethicsEstudar a história dos tempos profundos da imagem signifia também buscar raízes da própria escrita [Studying the history of the profound times of the image also means finding roots in the writing itself]Article