Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-11-1520121981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159398"Questinado a reflti sobre as transformações recentes no mundo do trabalho, o professor e pesquisador da Uni- camp, Ricardo Antunes, aponta a terceirização como “a porta de entrada para a precarização estrutural do trabalho em escala global”. Ele explica, na entrevista que concedeu por tele- fone à IHU On-Line, que o argumento de que a terceirização geraria maior qualidade é ide- ológico e falacioso. “Terceiriza-se para reduzir custos e para aumentar a divisão e, com isso, difiultar a organização sindical e a resistência da classe trabalhadora. A terceirização é, em si e por si, nefasta e tem que ser combatia. Não é verdade que ela seja inevitável"porWith permission of the license/copyright holderOutsourcingprecariousnessneoliberalismDestruction of rightsDilemmas of the world of workPolitical ethicsEconomic ethicsEthics of economic systemsLabour/professional ethicsCommunity ethicsTerceirização [Outsourcing]Article