Motta de Morais, InêsNunes,RuiCavalcanti,Thiago2019-09-252019-09-252016-04-1220161983-8034http://hdl.handle.net/20.500.12424/236848"A morte é a cessação definitiva da vida no corpo. Os avanços técnico-científicos da medicina conseguiram prolongá-la. O objetivo do presente estudo foi conhecer a percepção de estudantes e profissionais da medicina acerca da “morte digna”. Levantaram-se as diferenças entre os grupos e seus correlatos, valendo-se de variáveis demográficas. Participaram 398 respondentes, distribuídos equitativamente entre estudantes e médicos da cidade de Porto Velho, dos quais 57,8% eram do gênero masculino, com média etária de 34,5 anos. Os participantes responderam à chamada “escala de percepção de morte digna” (EPMD) e questões demográficas. Os resultados indicaram que os médicos preferiram morrer no hospital (74%) e os estudantes, em casa (74%); esses últimos tiveram maior média na EPMD (M = 5,6; DP = 0,6). Apesar das limitações, este estudo favorece a reflexão sobre práticas futuras, inerentes à concepção de morte digna por integrantes da saúde, auxiliando a relação médico-paciente. "porCreative Commons Copyright (CC 2.5)Death-Value of lifePerceptionMedicineDoctorsStudentsBioethicsMedical ethicsCommunity ethicsEducation and ethicsPercepção da “morte digna” por estudantes e médicos [Perception of “dignified death” for students and doctors]Article