Lettieri Gracindo, Giselle Crosara2019-09-252019-09-252016-04-0720151983-8034http://hdl.handle.net/20.500.12424/236677"O culto à beleza surgiu no Ocidente com o mito da deusa Afrodite, e hoje impera nas mídias sociais, impulsionado pela adoração da imagem de celebridades. A “febre” dos selfies incita o desejo de transformações. Em 2013, o Brasil liderou o ranking mundial de cirurgia plástica, ultrapassando os Estados Unidos, segundo relatório da International Society of Aesthetic Plastic Surgery. Essa prática excessiva preocupa os órgãos responsáveis pela atuação médica, como o Conselho Federal de Medicina e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Por terem enorme interferência na vida do paciente, cirurgias com fins estéticos devem ser realizadas, preferencialmente, por médicos especialistas. O paciente tem o direito de fazê-las e de escolher seu médico, mas sua autonomia não é absoluta. O profissional tem o dever de informar sobre riscos e contraindicações do procedimento bem como o direito de recusar as cirurgias que considerar potencialmente lesivas ou arriscadas à saúde do paciente."porCreative Commons Copyright (CC 2.5)BioethicsPlastic surgeryAestheticsPhoto-body imageMalpractice-personal autonomyBioethicsMedical ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsA moralidade das intervenções cirúrgicas com fins estéticos de acordo com a bioética principialista [The morality of surgery for aesthetic purposes in accordance with principlist bioethics]Article