Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-10-2120141981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158592"AMedicina instiucionalizada transformou-se em uma grande ameaça à saúde”, alertava o ex-padre- austríaco-americano Ivan Illich, em 1975. Esta seria a base de sua primeira crítia social da saúde, que preconizava a desmedicalização e a ampliação do autocuidado. Tempos depois, no entanto, Illich revisitou sua obra e pensamento originais em sua segunda crítia social da saúde. E pontua, ao retomar a discussão sobre a instiucionalização da medicina, que “ouvindo isto hoje, eu responderia: e daí? O maior agente patógeno de hoje é a busca de um corpo sadio. E, de uma maneira importante, isto tem uma história”porWith permission of the license/copyright holderfreedomdieHealthdiagnosismodern medicineBioethicsMedical ethicsHealth ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsA liberdade de morrer sem diagnóstio [The freedom to die without diagnóstio]Article