Penteado Mazetto, Francisco de Assis2019-09-252019-09-252015-06-1620101981-1810http://hdl.handle.net/20.500.12424/223342"Existem muitas formas de assassinar uma cidade, um lugar, uma região. A mais conhecida e divulgada é pelo esvaziamento econômico, a morte dos meios de produção que é decretada pelos interesses do grande capital, quando o lócus não mais apresenta as condições atraentes para o desenvolvimento do modo de produção capitalista. A ação pontual do capitalismo privado concentra suas atividades em determinado local e período para seu desenvolvimento. E assim tem sido desde o capitalismo mercantil até a sociedade pós-moderna, uma sucessão contínua de nascimento, desenvolvimento e morte dos lugares ao sabor do fluxo do capital. Às cidades e lugares que morrem são imputadas todas as culpas do fenômeno do topocídio, a morte do lugar, não tendo estes a competência para atrair o capital, ou seja, fazer concessões ao capital em prejuízo da classe trabalhadora."porWith permission of the license/copyright holdercities DeadMike Davismercantile capitalismmaterial destruction and humaneconomic emptyingPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsDevelopment ethicsEconomic ethicsBioethicsCommunity ethicsAs Cidades Mortas e a Morte dos Lugares [Cities Dead and Death of Places]Article