Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-12-1220101981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160547"Mais do que deixar de lado a identidade, e dividir a população pura e simplesmente entre homense mulheres, Michel Foucault e o movimento queer nos inspiram a dissolvê-la, a conviver como incerto, o inclassifiável e o inominável. “É muita falta de criatividade de nossa parte fiarcatalogando, classifiando as pessoas”, alfieta a historiadora Margareth Rago, na entrevistaque concedeu, por telefone, à IHU On-Line. Além disso, continua, essa necessidade de rótulos revela “uma tremenda insegurança”, que só reitera a exclusão, o estigma, o sexismo, o racismo e o ódio. É por isso que o transgênero assusta tanto, avalia Rago. “Ele foge às etiquetas com as quais estávamos acostumados a distribuir e identifiar as pessoas. O natural não é ser homem ou mulher"porWith permission of the license/copyright holderManWomenSex tagsPatriarchal societyStigmatizationNormalizationBioethicsSocial ethicsSexual orientation/genderCommunity ethicsO natural não é ser homem ou mulher [It is not natural to be a man or a woman]Article