Junges, MárciaMachado, Ricardo2019-09-252019-09-252016-10-1320151981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158218"Mi- lhares de professores e pesquisadores travam uma luta que não é própria, fazendo inúmeras revisitas, revisões, desdobramentos teóricos e descrevendo procedimentos metódicos, mas com avanços muitos tímidos nas trincheiras da novidade. “O que inaugura de novo, com isso? Novo entendido, talvez, com a força da ideia de novo paradigma, conforme sugeria Thomas Khun, ou com o que faz pensar de modo completamente diferente. Provavelmente quase nada”, critica o professor e pesquisador Alexandre Filordi de Carvalho, em entrevista por e-mail à IHU OnLine. “Seria, a meu ver, promovendo rupturas nas redes e nos circuitos de saberes-poderes hegemônicos, a fi de atuar na composição de novas formas de lidar com o saber e de relacionar-se com as experiências para a formação de subjetividades ativas e não passivas"porWith permission of the license/copyright holdereducationinstitutionalizationnew subjectivitiesgovernmentality neoliberalPolitical ethicsGovernance and ethicsDevelopment ethicsCommunity ethicsEducation and ethicsA educação como ruptura, não como institucionalização [Education as a break, not as institutionalizing]Article