Dupas, Gilberto2019-09-252019-09-252015-02-1020080251-3552http://hdl.handle.net/20.500.12424/218105"Desigualdade e pobreza não podem ser separadas da ordem mundial que as produz. A partir dos anos 1980, a incorporação das tecnologias da informação ao sistema produtivo global gerou uma espécie de “economia do conhecimento”, redefinindo as categorias trabalho, valor e capital. De um lado, o trabalho passou a conter um componente de saber de importância crescente, revalorizado pela informatização. De outro, contraditoriamente, essa economia do conhecimento atribui a esses fatores tanto mais importância quanto mais barato puder ser o custo desse trabalho; e agregase o crescente peso da utilização de mão-de-obra muito precária e pessimamente remunerada, incluindo flexibilidade e informalidade. Em cada época da história do capitalismo certas grandes corporações assumiram o caráter prototípico – como Ford, General Motors e depois a Microsoft o foram, respectivamente, em meados e no final do século passado – e passaram a ser imitadas como paradigma. Agora é a vez do Wal-Mart."porCreative Commons Copyright (CC 2.5)globalizationlaborcapitalpovertyinequalityLatin AmericaEconomic ethicsEthics of economic systemsLabour/professional ethicsCommunity ethicsMinority ethicsPobreza, Desigualdade e Trabalho no Capitalismo Global [Poverty, inequality and labor in global capitalism]Article