Eigen, Peter2019-09-252019-09-252011-04-0220031861974760http://hdl.handle.net/20.500.12424/177417"Conforme o Índice de Percepções da Corrupção de 2002 da Transparency International (TI), a América do Sul só perde para a África no que diz respeito à corrupção percebida. Trata-se de um quadro lamentável, com imediatas repercussões sobre a capacidade de investimento do Estado, a atratividade para investimentos externos e mesmo a distribuição de renda. O Brasil tem figurado em posição pouco privilegiada no ranking de percepções de corrupção da TI. Nos últimos quatro anos, o país permaneceu no mesmo nível — o que mostra que, se a percepção de corrupção não piorou, também não melhorou. Durante a campanha eleitoral de 2002, o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva assinou um “Compromisso anticorrupção” com a Transparência Brasil, em que prometia adotar uma série de medidas concretas de combate à fraude nas atividades do Estado. Quatro meses após a posse, o novo governo federal ainda não havia manifestado, por seus atos, a intenção de fazer cumprir aqueles compromissos. A Transparência Brasil espera que a visão que esta publicação traz sobre o que está acontecendo na América do Sul e no Brasil por causa da corrupção sirva de estímulo para o cumprimento das promessas de campanha."Pages: 42porWith permission of the license/copyright holderpolitical ethicspeace policyPolitical ethicsEthics of political systemsEthics of lawRights based legal ethicsPeace ethicsRelatório Global da Corrupção –América do SulBook chapter