Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-10-3120131981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158823"No ano de 1997, o cientita alemãoOliverde extração das células-tronco embrüstle patenteou um métodobrionárias. A manobra se benefiiou de uma confusão legislatia que não deixava claro, exatamente, o que era afial um embrião. Em 2011, no entanto, a patente foi contestada e derrubada no Tribunal de Justia Europeu sob a alegação de princípio humanitário, levantando diversas questões sobre a possibilidade de patentear a vida humana. Para o professor espanhol de Direito Penal, Carlos Maria Romeo-Casabona, não há grande novidade nesta discussão. O ato de patentear faria parte do processo cientíio, pois “é a chave para incentiar a investiação aplicada e, por isso, o é também para o progresso cientíio e tecnológico"porWith permission of the license/copyright holderBiotechnologylegal principlessynthetic biologyglobal food security policygenetic information protectionPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsEconomic ethicsTechnology ethicsBioethicsBiotecnologia sob a ótica dos princípios jurídicos [Biotechnology from the perspective of legal principles]Article