Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-11-1520121981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159408"P ara o professor da Unicamp Plínio de Arruda Sampaio Jr., após a “volta dos militares aos quartéis e a instiucionalização- da ditadura do grande capital, a sociedade brasileira não resgatou a reflxão crítia sobre os desafis do desenvolvimento brasileiro”. Plínio aponta este fato como um problema grave, pois,“desvinculada de seus efeitos sobre a integração nacional, a discussão do desenvolvi- mento fia reduzida a diferentes formas de promover o aumento da efiiência econômica, a modernização dos padrões de consumo, os negócios do grande capital”. Na entrevista a seguir, concedida por e-mail à IHU On-Line, ele analisa a construção do pensamento desenvolvimentita no Brasil e afima que“a classe do- minante latio-americana não está interessada em desenvolvimento nacional e não se dispõe a transcender a lógica dos negócios. Abando- nou defiitiamente qualquer veleidade nacio- nal e democrátia. A nova Cepal acompanhou os ares do tempo, tornando-se uma espécie de versão rósea do neoliberalismo"porWith permission of the license/copyright holderneocolonial reversalsocialismdevelopmentNational development policyPolitical ethicsGovernance and ethicsDevelopment ethicsEconomic ethicsCommunity ethicsVivemos um processo de reversão neocolonial [We are living a process of neocolonial reversal]Article