Godinho Delgado, Ignacio2019-09-252019-09-252015-06-1620101981-1810http://hdl.handle.net/20.500.12424/223340"Carlos Augusto Montenegro, do Ibope, e Marcos Paulino, do Datafolha, cederam recentemente às evidências já apontadas por Marcos Coimbra, do Vox Populi, e Ricardo Guedes, do Sensus: mantidas as circunstâncias atuais é praticamente certa a vitória de Dilma Roussef no primeiro turno das eleições presidenciais. A percepção de que nos últimos oitos anos a vida das pessoas melhorou, um orgulho difuso relativo a um certo protagonismo brasileiro na cena internacional e o desejo de ver assegurada a continuidade das ações desencadeadas no governo Lula têm sido apontados como os elementos decisivos na definição do voto, que já alcança mais de 80% de consolidação entre os eleitores de Dilma Roussef, ao passo que a rejeição a Serra varia entre 29% e 40%, entre as pesquisas divulgadas pelos principais institutos. O governo Lula conseguiu materializar um pacto através do consumo, por via do aprofundamento do dinamismo de nosso mercado interno, que articula empresários, trabalhadores e consumidores. Por que estes desejariam mudar alguma coisa? Neste caso, o que resta para a oposição brasileira e seus parceiros midiáticos (principalmente o Estadão, a Folha de São Paulo, as Organizações Globo e o Grupo Abril)? No limite, buscar o tal “fato novo” que, por seu potencial de causar escândalo, consiga não só erodir o apoio a Dilma como, tarefa hercúlea, dissolver parte da rejeição ao candidato tucano. Estão todos empenhados na tarefa. "porWith permission of the license/copyright holdermediaBrazilelectionselection campaignssocial policyPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsCultural ethicsMedia/communication/information ethicsCommunity ethicsO triste papel da oposição e da mídia no Brasil [The sad role of the opposition and the media in Brazil]Article