de Oliveira, Ana MariaMoreira Lemes, AndréTeixeira Ávila, Bruna2019-09-252019-09-252014-12-0720101657-4702http://hdl.handle.net/20.500.12424/214870"O conflito na relação entre médicos e enfermeiros é assunto tabu nos serviços de saúde e pouco discutido na literatura. Sabe-se que o conflito entre essas duas profissões, tidas como as principais responsáveis pelo cuidado do paciente, é causado pela associação de diversos fatores que vão desde a constituição da equipe multiprofissional até as questões salariais. O estudo pretende averiguar se, na visão da enfermagem, há conflito na relação com médicos, no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (HC/UFG) e os quais os fatores associados. Para tanto, 82 enfermeiros responderam a um questionário com dados demográficos e perguntas em escala Likert, sobre as variáveis que interferem na relação interprofissional. O resultado demonstra predomínio do gênero feminino (89%), idade média de 40,5 anos, tempo de trabalho médio no HC de 11 anos e carga horária semanal média de 30 horas. Da análise fatorial foram identificados três fatores de proteção (Divisão das tarefas, Influencia hospital escola e Reflexo no paciente) e três de geração de conflitos (Comunicação, Reconhecimento e Condições de trabalho), estando o conflito subjacente aos processos de trabalho e de relação intersubjetiva. O paciente é o principal beneficiado quando existe boa relação. Ruídos de comunicação, condições de trabalho inapropriadas e a remuneração indigna configuram-se como fatores desestabilizadores da relação interprofissional."porCreative Commons Copyright (CC 2.5)Nursephysicianconflictrelationshipmultiprofessional healthcareEconomic ethicsLabour/professional ethicsTechnology ethicsBioethicsMedical ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsRelação entre enfermeiros e médicos no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás [Professional relationship between nurses and doctors at the clinical Hospital of federal university of goiás]Article