Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-11-2320111981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159651"N a concepção do jornalista André Trigueiro, desde a realização da Rio-92, “o mundo avançou muitomenos do que poderia, ou deveria, nessas duas décadas. Há 20 anos saímos da inércia. Mas hojeconstatamos com certa perplexidade que a escalada de destruição do planeta não desaceleroucomo deveria”. Para ele, na entrevista concedida por e-mail àque “a Rio+20 não é uma Conferência formal nas Nações Unidas, onde os países devam buscar IHU On-Line, importa esclarecer acordos ofiiais sobre os assuntos discutidos. Não haverá, portanto, o estresse e a tensão das negociações do clima e da biodiversidade, para citar apenas dois exemplos de assuntos estratégicos. Alguns diplomatas e políticos entendem que essa forma ‘descontraída’ de promover o debate pode ajudar na buscar por acordos informais que, eventualmente, se desdobrem na direção de uma formalidade legal. Mas não há garantias de que isso aconteça."porWith permission of the license/copyright holdersustainabilitypovertymiseryRio 20Associations of companiesPolitical ethicsDevelopment ethicsEconomic ethicsBusiness ethicsCommunity ethicsMinority ethicsA incompatibilidade entre sustentabilidade, pobreza e miséria [The incompatibility between sustainability, poverty and misery]Article