Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-12-1420091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160677"Parafraseando o pesquisador argentino Aníbal Ford, o jornalista uruguaio Washington Urangafrisa que a concentração da propriedade dos meios de comunicação “limita o acesso, aspossibilidades de circulação de informação e restringe o número de meios e de fontes”. Poder-se-ia falar, inclusive, em “info-ricos” e “info-pobres”, neologismo que se refere àquelas pessoas providas ou desprovidas do direito da informação. “O direito à comunicação não- pode ser exercido em sua integralidade se a propriedade dos meios se restringe a poucas mãos” disse em entrevista exclusiva, por e-mail, à IHU On-Line. Uranga se mostra cético quanto ao surgimento ou renovação da sociedade latino-americana em função da midiatização. “Creio que a ‘midiatização’ é um dado mais importante em uma sociedade que está marcada pela pobreza e, sobretudo, pela desigualdade”. Em sua opinião, a comunicação “pode ser concebida como o espaço do diálogo, do encontro, da construção do consenso desde a diferença”. A cidadania, diz o jornalista, requer “o exercício integral do direito à comunicação”."porWith permission of the license/copyright holderRichPoorinequalitymediadifferencerightEconomic ethicsCultural ethicsMedia/communication/information ethicsCommunity ethicsMinority ethicsInfo-ricos e info-pobres: desigualdade midiatizada [Info-rich and info-poor: mediated inequality]Article