Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-11-2820111981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/160032"Nós, que passamos pela tortura, podemos afimar que ela é algo indizível. Ela desumaniza, vê o outro como objeto, como seu inimigo”. Contundentes, verdadeiras, essaspalavras foram ditas por Cecília Coimbra, presidente do Grupo Tortura Nunca Mais(www.torturanuncamais-rj.org.br), do Rio de Janeiro, na entrevista que concedeu portelefone à IHU On-Line. Presa política de agosto a novembro de 1970, fiou dois diasno DOPS e o restante do tempo no DOI-CODI. Foi torturada, e garante que as marcas são inapagáveis, pois permanecem na alma de quem passou por esse horror. Contudo, é preciso saber o que fazer com essas marcas: “Elas devem ser instrumentos de luta. Elas mostram como é você ser olhada pelo outro como se fosse um simples objeto perigoso”."porWith permission of the license/copyright holdertorturebrandcriminalizationpovertyminorsPolitical ethicsEthics of political systemsGovernance and ethicsCommunity ethicsMinority ethicsAs marcas indeléveis da tortura [The indelible marks of torture]Article