Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-12-1620091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160998"“Tenho procurado examinar a delinquência sob um outro ângulo, que é justamente oda angústia. Considero que Sade tocou no mais fundo da alma humana ao falar doprincípio da ameaça perpétua: conforme Klossowski, ‘o mal que pode irromper acada instante, embora não irrompa jamais. Esta possibilidade do mal que não irrompe jamais, mas que pode irromper a cada instante, é a angústia perpétua de Sade’.- A solução para essa angústia seria: ‘Numa palavra, é preciso fazer reinar o mal de uma vez por todas no mundo, a fi de que ele próprio destrua e que o espírito de Sade encontre afial a paz’. Talvez aí pudéssemos dizer que, para os personagens de Sade, o mal irrompe. Encontramos aí a angústia pelo mal que não acontece de todo, o que viria a suspender a repetição e que também não se acaba, não se esgota.” As afimações são da psicanalista Conceição Beltrão Fleig, na entrevista exclusiva que concedeu, por email, à IHU On-Line."porWith permission of the license/copyright holderJuvenile delinquencyanguishviolenceHumanization of the childNew economyEconomic ethicsBioethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsSocial ethicsFamily ethicsA angústia como fonte da delinquência juvenil [Anguish as a source of juvenile delinquency]Article