Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-11-1520121981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159400"Tanto a cultura quanto a sociedade humana são impossíveis sem “atos de violênciafundante”. Além disso, paradoxalmente- “o cristinismo revela as origens violentas da religião”, explica o teólogo inglês Michael Ki- rwan na entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line. Ele frisa que “segundo a proposta de Girard, religião é igual à violência: a religião é a forma primordial pela qual a agressão é canali- zada, de modo que se usa a violência limitada (bode expiatório) para impedir a violência amplamente disseminada e inteiramente destrutia”. Analisando os episódios que ocorreram na sequência aos atentados de 11 de setembro de 2011, nos Estados Unidos, Kirwan recorda que, para Girard, a “guerra globalizada ao ter- ror é, em muitos sentios, um apelo no estio de ‘cruzada’ a valores transcendentes, comoliberdade e democracia. Mais tarde Girard corri- giu esse quadro até certo ponto, sugerindo que o elemento ‘mimétio’ ou de imitação é ape- nas um de vários fatores que estão em jogo"porWith permission of the license/copyright holderChristianityViolent roots of religiontheologybase violenceReligious ethicsComparative religious ethicsIntercultural and contextual theologiesComparative religion and interreligious dialogueSociology of religionO cristinismo e as raízes violentas da religião [Christianity and the Violent Roots of Religion]Article