Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-12-1620091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/161029"Ao discutirmos a dicotomia existente entre a economia clássica e a proposta de sustentabilidade doplaneta, é inevitável não tocar no tema do consumo ético. E a professora Isleide Arruda, da Fundação Getulio Vargas, concedeu, por e-mail, àdefiir o que podemos entender por consumo ético. Segunda ela, “signifia um ato de compra (ounão compra) no qual estão implícitas as preocupações do processo de consumir com os impactos queIHU On-Line, aceitando o nosso convite de tentarisso possa causar ao ambiente econômico, social ou cultural”. Ou seja, continua ela, “ele está circunscrito ao fato de que o consumidor pensa e se preocupa com os efeitos que uma escolha de compra gera aos outros e ao mundo externo como, por exemplo, com o tratamento despendido aos trabalhadores envolvidos na produção de um determinado produto, ou com os impactos ambientais que certos produtos causam”. No entanto, alerta a professora, “ele só se torna um consumo ético, no sentido político, na medida em que se condensa em um coletivo"porWith permission of the license/copyright holderconsumerNew political actorNew economyEthical consumptionEconomic progressPolitical ethicsEconomic ethicsEthics of economic systemsTrade ethicsConsumer ethicsO consumidor é um novo ator político? [Is the consumer a new political actor?]Article