Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-11-1020121981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/159264"C hamar as representações, queagora são parecidas com as ‘antias’ representações que tíha- mos até então, faço alusão ao rádio e à televisão, é uma mera falta de capacidade, comum à humanidade, de criar uma linguagem pró- pria à cultura do computador. Por isso, ela ainda imita os meios anteriores e tende a considerar o que é veiculado nesses meios como ‘mídia’, o que é um tremendo engano”, frisa o professor Cícero Inacio da Silva, em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line. Segundo Cícero, o Facebook é uma rede que no início tiha uma forma bastante próxima das “repú- blicas” de estudantes norte-americanos, que exigiam uma “triagem” e uma “validação” para aceitação de membros internos, no caso, os “amigos” ou a “fraternidade”. “Isso funcio- nou muito bem durante um tempo, até se tornar uma mídia de massa bastante homogênea e que tende a pasteurizar fatos e notíias”."porWith permission of the license/copyright holdermediasocial networksFacebookBrazilComputerEconomic ethicsTechnology ethicsCultural ethicsMedia/communication/information ethicsCommunity ethics“É paradoxal dizer que possa existi uma ‘mídia’ no meio digital” ["It is paradoxical to say that there may be a 'medium' in the digital environment"]Article