Koinonia2019-09-252019-09-252015-06-1820081981-1810http://hdl.handle.net/20.500.12424/223480"Em uma síntese breve e não muito rigorosa, pudemos acompanhar os períodos das trevas da ditadura e seu final de abertura gradual em que movimentos sociais foram gestados, esquematicamente falando, por dois meios: no cadinho dos embates da luta social pela recuperação das liberdades e pela implementação de diretos básicos; e na constituição de mobilizações de base apoiadas na institucionalidade das igrejas históricas, notadamente a Igreja Católica Apostólica Romana (Icar). Esta última era uma forma mesma de criação de alguns movimentos e até mesmo de proteção institucional oferecida aos embates da luta social. Uma quase receita social repetida pelo País afora: luta criando movimentos/igrejas apoiando a instituição-institucionalidade dos movimentos. Desses processos surgiam lideranças, que por sua vez eram capacitadas, e o inverso: da capacitação de lideranças renovavam-se quadros para os movimentos."porWith permission of the license/copyright holdersocietystatesocial movementsPopular movementsPolitical ethicsDevelopment ethicsEconomic ethicsCultural ethicsCommunity ethicsMinority ethicsUm olhar sobre o futuro presente nas relações entre Sociedade e Estado [A look at the future present in the relations between Society and State]Article