Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-12-1120101981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160457"Raimon Panikkar preferia falar de diálogo ‘intrarreligioso’ ao invés de diálogo inter-religioso. Um diálogo que começa no interior de nós, descobrindo a relatividadedas nossas crenças (relatividade, não relativismo) e aceitando o desafi de umamudança, de uma conversão; uma conversão que começa renunciando à pretensãode possuir toda a verdade; renunciar a uma ideia de verdade que se diz exclusiva, porque a verdade está acima de nós e da nossa religião. O seu projeto era alcançar um ecumenismo ecumênico, além do cristianismo, a busca da harmonia das religiões, além de um sincretismo e uma ‘teoria universal das religiões’, que vinha a ser uma espécie de absurdo ‘esperanto religioso’”. A defii- ção é do teólogo Victorino Pérez Prieto. Na entrevista que concedeu por e-mail à IHU On-Line ele fala sobre o legado de Raimon Panikkar, recentemente falecido. Para Victorino, Panikkar “era um homem de uma qualidade intelectual e humana excepcional; um fiósofo e um teólogo, um sábio e um místico, um profeta do nosso tempo que rompeu as fronteiras estreitas do cristianismo e do ocidente para se abrir a todas as religiões e culturas”."porWith permission of the license/copyright holderharmonyKnowledgeInterreligious dialoguetheologychurchReligious ethicsComparative religion and interreligious dialogueChristian denominationsChristian-BuddhistPanikkar e a eterna busca pela harmonia do saber [Panikkar and the eternal search for the harmony of knowledge]Article