Saul, Ana Maria2019-09-252019-09-252017-01-1420071981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/162208"No dizer coloquial de Paulo Freire, era preciso “mudar a cara da escola”; no entanto, era fundamental que a escola quisesse mudar a sua cara e por isso precisava ser respeitada, consultada, fazendo-se sujeito de sua própria história. Por isso, ele indagava com detalhes sobre cada programa em desenvolvimento; ficava absolutamente atento à leitura da realidade, aos avanços e dificuldades, demonstrando profundo respeito pela história e vivendo um tempo de mudança com paciência/impaciente."porWith permission of the license/copyright holderPaulo FreireeducationOppressedHomecoherenceMethods of ethicsPhilosophical ethicsCommunity ethicsEducation and ethicsMinority ethicsExperimentei com Paulo Freire o verdadeiro sentido do que é participação [I have experimented with Paulo Freire the true meaning of participation]Article