Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-11-2320111981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159669"Em um país como o Brasil, que durante quatro séculos foi patriarcal, agrário, patrimonialista ede forte exclusão social é natural que tenha criado uma desigualdade tal que sequer a Justiçaconsiga vencer, por enquanto. Afial, a exclusão social e a pobreza ainda obstam o acessode qualidade à Justiça. Vejam bem, há menos de 130 anos ainda éramos escravagistas”. Adeclaração é da ministra do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Eliana Calmon Alves, em entrevista concedida por e-mail, com exclusividade, à IHU On-Line. Em sua opinião, o Judiciário não atende as demandas e expectativas do povo em função da demora e da qualidade: “Daí a imagem que tem o Judiciário entre os jurisdicionados."porWith permission of the license/copyright holderJudiciarycorruptionslownessAutonomy of the judiciaryPolitical ethicsEthics of political systemsEthics of lawRights based legal ethicsGovernance and ethicsO Judiciário precisa assumir seus próprios erros [The Judiciary needs to make its own mistakes]Article