Evangelista da Costa, José RaimundoDos Anjos, Márcio FabriLúcia Zaher, Vera2019-09-252019-09-252014-11-242007http://hdl.handle.net/20.500.12424/214677"O presente estudo tem por objetivo compreender o doente mental numa perspectiva de bioética em vista de se delinear o respeito a sua autonomia durante tratamentos em hospitais psiquiátricos. A doença mental constitui um campo de inúmeras inquietações teóricas para as ciências, e de desafios práticos no atendimento a doentes mentais. Em tal contexto, a bioética tem sido atualmente uma importante referência para se avaliar a ética em relacionamentos profissionais e institucionais que envolvam pessoas doentes. Tal contribuição da bioética se tornou particularmente importante pelo fato de se ressaltar a necessidade do respeito à autonomia dos sujeitos, como condição para a ética dos relacionamentos. O doente mental tem sua autonomia reduzida, mas esta deve ser respeitada. O respeito à autonomia é um dos princípios da bioética que procura estabelecer que estas sejam tratadas como seres autônomos. Os profissionais que atuam na saúde mental devem procurar ter um envolvimento e um comprometimento com seu trabalho, buscando realização profissional pautada nos princípios e valores da ética e da bioética. Sabe-se, por outro lado, como pode ser complexa a autonomia de doentes mentais, e como, conseqüentemente, pode ser difícil delinear o respeito ético que lhe é devido" ["The present study aims at understanding mentally-ill persons from the perspective of Bioethics in order to conceive of respect during treatment in psychiatric hospitals. Mental disease constitutes a field marked by innumerable theoretical fidgets to sciences as well as by practical challenges in the assistance to mentally-ill people. In such a context, Bioethics is currently an important reference to evaluate ethics in professional and institutional relationships involving sick people. The contribution of Bioethics became particularly important due to the fact of emphasizing the need to respect peoples' autonomy as condition for the ethics of relationships. Mentally ill persons have a reduced autonomy, but this must be respected. Respect to autonomy is one of the principles of Bioethics that aims to make people be treated as the independent beings they really are. Mental health professionals must engage and have a commitment with their work, making efforts to attain professional accomplishment based on the principles and values of ethics and Bioethics. One knows, on the other hand, how complex can be the autonomy of mentally ill people, and how as a consequence can be difficult to delineate the required ethical respect for them"]porCreative Commons Copyright (CC 2.5)Assistance in mental healthPersonal autonomyMental disordesBioethicsMethods of ethicsBioethicsMedical ethicsHealth ethicsCommunity ethicsPara compreender a doença mental numa perspectiva de bioética [Understanding insanity from a bioethical perspective]Article