Fachin, Patricia2019-09-252019-09-252016-12-1620091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/161030"Essas tecnologias ajudam as pessoas a gerir melhor sua vida social da mesmamaneira como bancos de dados informatizados ajudam as empresas a controlare gerir seu inventário”, diz o pesquisador estadunidense Marco González, aocomentar o sucesso de redes sociais como Twitter e Facebook. Na entrevista quesegue, feita por e-mail, à IHU On-Line, González compara o comportamento real ao virtual, e diz que em ambas situações os sujeitos têm atitudes parecidas. “Constatamos que as pessoas são incrivelmente semelhantes a seus amigos e amigas no Facebook em termos de seus interesses culturais, sua origem, seu status socioeconômico e suas preferências políticas, para mencionar apenas algumas variáveis-chave”, assinala. Além disso, garante, essas tecnologias “proporcionam uma percepção inédita da vida pessoal e social das pessoas”."porWith permission of the license/copyright holderFacebooksocializationsocial networksreal liferevolutionEconomic ethicsTechnology ethicsCultural ethicsMedia/communication/information ethicsCommunity ethicsFacebook: um meio de socialização on-line [Facebook: a way to socialize online]Article