Braga, José Luiz2019-09-252019-09-252017-02-1520041981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/163377"Ele nào comegou como contestagào ao regime militar. Comegou numa perspectiva de sobrevivencia dos jornalistas que o criaram. Em 1964, o governo cortou uma sèrie de coisas que eram mais visivelmente populares, com perfil de esquerda, e que imediatamente se tornariam contestadoras: movimentos estudantil e sindical, jornais de esquerda e urna sèrie de agòes muito concretas que aconteciam no Pais, relacionadas à reforma agrària, às experiencias educacionais de Paulo Freire, etc. Com relagào à imprensa, a agáo foi maior sobre a imprensa partidária e sindical e menos sobre a imprensa geral. O periodo entre 1964 e 1968 ainda, para a imprensa é muito rico, tanto que surgiu a revista Veja, que nào é a Veja que conhecemos hoje. Era uma revista extremamente renovadora. Apareceu a revista Realidade, o Jornal da Tarde. Todas elas experiencias muito ricas de jornalismo, porque os jornalistas que sairam dos jornais que foram fechados foram para esses espagos. No pré-1964, havia um perfil de jornalista critico, analitico, contestador. "porWith permission of the license/copyright holdergovernmentMilitary regimePluralityRepressionPolitical ethicsGovernance and ethicsEconomic ethicsCommunity ethicsMinority ethicsO Pasquim: resisténcia crítica e humor [O Pasquim: critical resistance and humor]Article