Torres Tavares, EderRoland Schramm, Fermin2019-09-252019-09-252016-04-0120151983-8034http://hdl.handle.net/20.500.12424/236492"O rápido desenvolvimento das nanotecnociências e a crença de que representam ameaças à sobrevivência no planeta têm levado grupos da sociedade civil organizada a pedir moratória para as pesquisas nanotecnocientíficas, baseando-se no princípio de precaução. Constata-se que esse princípio suscita debates em torno do conceito, da sua forma de aplicação e de suas implicações bioéticas. Alguns termos como “risco”, “perigo”, “dano”, “incerteza”, “ignorância”, “prevenção” e “precaução” são tomados como sinônimos, o que pode levar a decisões políticas por vezes “exageradas”. Aplicado quase sempre como medida de tutela do meio ambiente, o princípio de precaução tem se tornado importante instrumento regulatório das tecnociências, por se acreditar que, junto com os potenciais benefícios, trazem ameaças à vida e ao planeta. As tecnociências não são entes autônomos, mas, sim, pensados, criados e manejados pelo ser humano. Portanto, não há que atribuir um risco inerente a todo e qualquer produto tecnocientífico."porCreative Commons Copyright (CC 2.5)BioethicsPrecautionNanotechnologyRisk managementEconomic ethicsTechnology ethicsMethods of ethicsBioethicsPrincípio de precaução e nanotecnociências [The principle of precaution and the nano-techno- sciences]Article