Machado, Ricardo2019-09-252019-09-252016-11-0220131981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158923"Quem observa de fora pode imaginarque o Rio Grande do Sul é um Estadomais politiado onde as violações aos direitos humanos são menores e os abusos não ocorrem. Ledo engano. Apesar de ser o único cujos estádios não receberam recursos diretos do governo federal para suas obras – os próprios clubes são os responsáveis pelas dívidas –, as obras de mobilidade urbana estão no centro do debate social. “As violações se dão nas mais variadas esferas e uma das principais são as remoções forçadas em detrimento das obras de infraestrutura. Nosso cálculo aponta que mais de 200 mil pessoas serão removidas no Brasil em função dos megaeventos. Esse número dá conta também das pessoas que foram ameaçadas, mas que em algum momento realizaram resistência e o governo recuou"porWith permission of the license/copyright holderCup Popular Committeesresistancesocial movementsmega eventsPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsCultural ethicsSocial ethicsSports ethicsCommunity ethicsMinority ethicsComitês Populares da Copa, o nascimento de uma resistência [Cup Popular Committees, the birth of a resistance]Article