Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-11-2720111981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/159931"Na opinião do pesquisador Erick Felinto, “vivemos uma era da ‘memória total’, já que a digitalizaçãodos suportes trouxe capacidades inauditas de armazenagem de informação”. Por outro lado, existeum excesso de informação e uma rapidez que produzem “esquecimento contínuo e um apagamentodo passado. O que acontece, também, é que todos os ‘arquivos’, toda nossa memória, estão assumindo a forma do digital”. Estas ponderações fazem parte da entrevista a seguir concedida pore-mail à IHU On-Line. Felinto critica o fato de as relações “face a face” serem consideradas mais autênticas do que aquelas mediadas tecnologicamente, classifiadas por vezes como “ilusórias”: “Isso é de uma ingenuidade absurda."porWith permission of the license/copyright holdermemorytechnologyrelationsInternetsubjectsEconomic ethicsTechnology ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsA era da memória total e do esquecimento contínuo [The age of total memory and continuous oblivion]Article