Arruda, Arlete2019-09-252019-09-252017-01-2020061981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/162535"No caso de riscos radiativos, as fontes de energia nuclear, após os acidentes em vários pontos da Terra, foram muito questionadas. No caso brasileiro, há movimentações entre os grupos ambientalistas e científicos contra a ampliação de Angra I e II. Recordo que, anos atrás, o Greenpeace chegou por mar, subiu na edificação da usina e colocou uma bandeira. Manifestantes entraram nas instalações e não foram barrados ou revistados por técnicos ou funcionários. Poderia ser, ao contrário, sabotagem, ato terrorista e nada os impediria. As populações do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte seriam afetadas. Percebemos, assim, que, mesmo no local, há um despreparo tecnológico e coletivo para frear as possíveis ações. "porWith permission of the license/copyright holderCitiesRiskstechnologyChemicalRadioactiveEconomic ethicsTechnology ethicsMethods of ethicsBioethicsCommunity ethicsAs cidades e seus riscos [Cities and their risks]Article