da Silva Gallo, José Hiran2019-09-252019-09-252017-02-2520161983-8034http://hdl.handle.net/20.500.12424/163758"Diante da falta de legislação federal, as técnicas reprodutivas assistidas (RA) aplicadas no Brasil são regidas desde 1992 por normas éticas, e as partes envolvidas – médico e paciente – em processo de procriação artificial contam com resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM). Recentemente houve importan - tes inovações quanto à abrangência de RA e quanto às normas orientadoras, a exemplo da nova Resolução CFM 2.121/2015 e dos Provimentos 21/2015-CGJ-PE e CNJ 52/2016 sobre o registro de crianças geradas por RA. Este último exige identificação dos doadores do material genético. Objetiva-se demonstrar avanços para atender ao melhor interesse das crianças havidas por RA e seus pais, e à igualdade entre filhos na emissão da certidão de registro civil em cartório no Brasil, independente de ação judicial, apontando violação do sigilo médico e do direito ao anonimato do doador no provimento nacional."porCreative Commons Copyright (CC 2.5)Reproductive techniques, assistedParenting-Reproductive behaviorFamily planning (Public health)FamilyBirth registrationConfidentiality. Embryo transfer-Fertilization in vitroConfidentialityBioethicsMedical ethicsCommunity ethicsReprodução assistida, direito de todos. E o registro do filho, como proceder? [Assisted reproduction: a right of all. How to proceed with the registration of the child?]Article