Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-11-0520121981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159047"“Osilêncio de Deus retratado pelaobra de Bergman confiura-secomo a centralidade da crise que arremessa o ser humano em um abismo moral que já não possui fundação alguma. Deus como uma instância inquestinável e inabalável foi profundamente tensionado na obra de Bergman. Com isso não queremos dizer que não haja personagens que acreditam em Deus. Afimamos que a fé em Deus já não reza de maneira orgânica, isto é, sem suscitar profunda angústi e dúvida naque- les que contiuam a acreditar na divindade. Nesse sentio, podemos situar Ingmar Bergman na tradição de Nietzsche e Dostoiévski, para quem a morte ou a inexistência da di- vindade arremessa o ser humano em um turbilhão de relatiismo moral em meio ao qual tudo o que é sólido desmancha-se no ar"porWith permission of the license/copyright holderhopemoral redemptionGodfaithmeaning of lifeReligious ethicsMethods of ethicsPhilosophical ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsBergman e o contíuo turbilhão contraditório da dúvida existencial [Bergman and contíuo contradictory whirlwind of existential doubt]Article