Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-12-0920111981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160300"U m imperativo irreal e cruel diz às pessoas que elas devem estar constantemente “disponíveis” através das novas tecnologias. Caso contrário, estão mortas, ou se tornaram jurássicas. Essa sociedade mediatizada está longe de ser feliz, alfineta o jornalista Ciro Marcondes Filho na entrevista que concedeu por e-mail à IHU On-Line. “A vida na web depende da submissão do usuário à ditadura da conexão permanente; o sofrimento e a depressão de cada um se constroem pela pouca quantidade de visitas à sua página no Facebook”."porWith permission of the license/copyright holderhappinessmediasocietycompulsionphilosophyCultural ethicsMedia/communication/information ethicsMethods of ethicsCommunity ethicsLifestyle ethics“A sociedade mediatizada não é uma sociedade feliz” ["The mediated society is not a happy society"]Article