Mizrahi, Beatriz Gang2019-09-252019-09-252017-01-1620071981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/162268"“O mundo do trabalho, hoje, não permite relações fortes e estáveis”, afirma a psicóloga Beatriz Gang Mizrahi, em entrevista por e-mail à IHU On-Line. Para ela, os pais estão expostos a uma sociabilidade frágil, e por isso estão com dificuldades em estabelecer vínculos de confiança com os filhos. Beatriz ressalta que os pais “têm medo de recusar qualquer demanda de trabalho para se dedicarem aos filhos e, por outro, tem receio de dizer não para as crianças num mundo em que se é solicitado a aceitar toda e qualquer exigência”. E alerta que a sobrecarga de trabalho dos pais faz com que as crianças fiquem expostas a outras referências “extra-familiares”, como os serviços de consumo."porWith permission of the license/copyright holderMarket instrumentsjobchildrenConsumer servicesCultural ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsSocial ethicsFamily ethicsEducation and ethicsPais: meros instrumentos do mercado? [Country: mere instruments of the market?]Article