Machado, Ricardo2019-09-252019-09-252016-11-0520121981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159028"Asociedade de mercado rouba sonhose cria ilusões. “Constrói essa ideia queterá acesso a uma experiência a parti do que consome. O consumo está o tempo todo associado à felicidade, ou que a pessoa é aquilo que consome. Ter passa a ser algo mui- to importante. Isso como parte de uma coisi- fiação das pessoas e das relações humanas”, considera Nalu Faria, psicóloga e coordenado- ra geral da Sempreviva Organização Feminis- ta – SOF, www.sof.org.br, em entrevista por e-mail à IHU On-Line. Na avaliação de Nalu, a estrutura social que coloca as mulheres como principais vítias do tráfio humano está re- lacionada a “vulnerabilidade econômica das mulheres, depois a identiade e subjetiidade feminina, como romântias, idealistas, volta- das para acreditar em sonhos como dos príncipes encantados, hoje travestios de ofertas milagrosas de trabalho, ou de princesas em pele de modelos."porWith permission of the license/copyright holdercommodification of peoplehuman relationspatriarchatetrafficking and prostitution of womeneconomic vulnerabilityPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsCultural ethicsCommunity ethicsSocial ethicsSexual orientation/genderA coisificação das pessoas e das relações humanas [The commodification of people and human relations]Article