Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-10-1620151981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158331"Como alguém que progressivamente foi assumindo que sentia afetos, desejos e amor por outros homens, fiuei muito tempo afimando em rodas de amigos que a sexualidade era um assunto do privado”, relembra. Nada que ocorria entre quatro paredes era de interesse de ninguém. Este pensamento, entretanto, se transforma com a emergência da AIDS e a militância pelo ativismo LGBT ao qual se engajou durante a juventude. “Sexualidade passou a ser algo de luta, de construção social”, esclarece. Durante muito tempo, afimar-se gay era um ato de libertação. “A sexualidade era para ser mostrada, o pessoal é político!"porWith permission of the license/copyright holderSexualitymasculinitiesconstruction of sexualitiesrepresentationsreligionPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsBioethicsSocial ethicsSexual orientation/genderCommunity ethicsSexualidade, vivência e pesquisa [Sexuality, experience and research]Article