Soares,Luiz Eduardo2019-09-252019-09-252017-02-0220051981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/162889"De fato, ficará ainda melhor se o referendo aprovar a lei que proíbe a comercialização de armas de fogo e munições. O Estatuto tem, entre outros méritos, a virtude de impor ordem ao caos das informações sobre as armas produzidas e em circulação no País. Sem esta organização de dados, nenhuma política pode ser posta em prática para coibir o tráfico de armas, entre outras funções decisivas e urgentes. Vou votar sim, pela proibição do comércio de armas, por quatro razões: (1) pelo menos um terço das armas que hoje estão com criminosos tem origem legal e foram roubadas, furtadas ou negociadas ilegalmente, depois de terem sido compradas, legalmente. Com a proibição do comércio de armas de fogo e munição, reduziremos o estoque de armas em circulação e, portanto, imporemos uma restrição ao fluxo que alimenta parte significativa do circuito criminoso."porWith permission of the license/copyright holderDisarmlawpublic securityBrazilPolicePolitical ethicsEthics of political systemsEthics of lawRights based legal ethicsEconomic ethicsEthics of economic systemsO ovo da serpente está sendo gestado no Sul [The snake egg is being brewed in the South]Article