Signore, Mario2019-09-252019-09-252017-01-1720061981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/162324"Somos conscientes do fato de que o pós-humano pode assumir uma postura, freqüentemente ao anti-humano, ou seja, como definitiva despedida do humano, levando à exasperação o movimento do homem versus a máquina, com as questões ético-filosóficas que receamos na resposta à primeira pergunta, relativas à perda e conseqüente colonização das consciências, e, sob outro ponto de vista, o do desaparecimento da distância e da diferença entre a atividade das máquinas lógicas e do pensamento. Aqui o pós-humano se insere na lógica exaltada do robô, do cyborg, que contribui para pôr no horizonte do nosso século um modelo cultural sustentado pelo conceito de auto-redução dos poderes do sujeito, a favor de uma “máquina”, que não se limite a abrandar a sanção divina “dominarás a terra com o suor”, mas assuma a responsabilidade da escolha e o ônus de projetar a vida. "porWith permission of the license/copyright holderMan-machine hybridizationColonization of consciousnessNew concept of humanityIdentity of the contemporary subjecttechnologyEconomic ethicsTechnology ethicsCultural ethicsCultural/intercultural ethicsBioethicsO sonho da hibridação homem-máquina [The dream of man-machine hybridization]Article