Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-11-2420111981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159683"U m texto cuja atualidade transcende a fiosofi e impacta a ciência, a arte, o teatro e a literaturaaté nossos dias. Assim é o mito da caverna, de Platão, pertencente ao sétimo capítulo de A República. “A caverna simboliza o mundo das aparências, no qual os homens se encontram, e sugere quehaja uma realidade que fundamente suas aparências fugindo de suas garras”, acentua o platonistafrancês Jean-François Mattéi. Explicando o sentido da alegoria, na entrevista que concedeu pore-mail à IHU On-Line, pontuou que “os homens procuram viver em um universo fantasmático e virtual, em vez de afrontar o mundo verdadeiro e real. Eles se desviam assim do ser fial das coisas que lhe parecem desconhecidas ou perigosas, preferindo desse modo se entregarem à sedução das sombras, de imagens e de fantasias que não lhe exigem nenhum esforço."porWith permission of the license/copyright holderhuman freedomimmediacyGovernment of citizensdemocracyPolitical ethicsEthics of political systemsMethods of ethicsPhilosophical ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsO mito da caverna e a liberdade humana [The Myth of the Cave and Human Freedom]Article